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Economia Criativa

Existe um termo que pouca gente conhece mas que representa atividades já existentes há um bom tempo: economia criativa. Nunca ouviu falar? Então se prepara pra aprender uma coisa nova hoje. Vamos colocar aqui duas definições de fontes diferentes para o termo.
O site do Grupo EPIC, ecossistema empreendedor que utiliza a economia criativa como uma de suas ferramentas, dá a seguinte definição: “Economia Criativa é tudo aquilo que é gerado a partir do uso da CRIATIVIDADE como insumo, transformado em produto ou serviço, e vendido, gerando faturamento, e movimentando a ECONOMIA.”
Já o wikipédia nos proporciona a descrição a seguir: “Economia criativa é o setor econômico formado pelas indústrias criativas ( o conjunto de atividades econômicas relacionadas a produção e distribuição de bens e serviços que utilizam a criatividade e as habilidades dos indivíduos ou grupos como insumos primários.)”

No fim das contas, resumindo e juntando as duas fontes, economia criativa é a habilidade de monetizar atividades que precisam de um processo criativo para gerarem um produto. Vamos usar como exemplos mais conhecidos então os filmes que assistimos no cinema ou as músicas que ouvimos na rádio ou no Spotify. Existe todo um conjunto de trabalhos criativos envolvidos para que o produto final seja alcançado. Nos filmes não se trata apenas do roteirista, mas também as visões do diretor e editores que serão adicionadas para que uma obra resultante do esforço de todos nasça e alcance as telas.

Se quisermos ir para exemplos mais “alcançáveis” por todo mundo, podemos citar as produções que circulam na internet. Vlogs, podcasts, webcomics, animações e outros são um setor da economia criativa que cresceu muito com a facilidade que a internet trouxe para publicação de obras e serviços que antes eram restritos a pessoas e instituições com muito mais poder aquisitivo.

Mas então isso é uma coisa nova? Nem pensar. Logo acima eu falei de cinema e música, que dominaram a entretenimento no séc. XX. Mas podemos ir muito além disso. Caso decidamos voltar no tempo, temos que lembrar que pintores, escultores e escritores eram pagos para criar desde séculos antes da invenção do cinema. E mesmo que o conceito de artista tenha nascido particularmente durante a Renascença, esses profissionais já usavam de suas mentes criativas para movimentar mercados até quando eram considerados puramente mão-de-obra.

O conceito existe há muito tempo e, obviamente, foi evoluindo com o passar dos anos. Mas ele estava lá, mesmo que não denominado. Hoje em dia é dada muita importância não apenas para o produto ou serviço final, como também para o processo criativo que possibilita toda a linha de raciocínio e ação. Saber o quão criativa e benéfica é a ideia também é um fator que afeta a decisão de um cliente inserido nesse mercado. Afinal de contas, se for para ter um produto ou serviço diferente, porque o processo pelo qual ele passou deveria ser igual ao resto?

 

Luiz Lindroth

 

Site do Grupo EPIC: https://grupoepic.net/grupo-epic/economia-criativa/
Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_criativa